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a cidade de Guimarães |
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Localização
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Guimarães é, administrativamente, um concelho composto
por 69 freguesias que se inserem numa área de 242,32
km2, com cerca de 160.000 habitantes. Está situado a
Noroeste de Portugal e dista, aproximadamente, 350 km da
sua capital, Lisboa e cerca de 50 km da cidade do Porto.
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Como chegar |
As vias de acesso mais directas, para quem pretende
deslocar-se a Guimarães, são as vias rodoviária e
ferroviária.
Rodoviária:
Utilizando a actual rede de auto-estradas, de Guimarães
chega-se ao Porto em aproximadamente 30 minutos (A7 e
A3), a Braga em 15 minutos (A11), a Vigo em 90 minutos
(A7 e A3) e a Lisboa em 180 minutos (A3, A7 e A1).
Existem várias empresas rodoviárias que efectuam
ligações, directas e/ou não directas, entre qualquer
ponto de Portugal e Guimarães.
Ferroviária:
A ligação ferroviária faz-se através da linha
electrificada, a partir da qual são estabelecidas várias
ligações directas e/ou não directas entre vários
destinos, e que permite que a deslocação entre
Guimarães/Porto, e vice-versa, demore aproximadamente 60
minutos. (Informação:
http://www.cp.pt/)
O aeroporto mais próximo de Guimarães é o aeroporto
Francisco Sá Carneiro, no Porto, que dista cerca de 50
km de Guimarães.
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História |
Guimarães, cidade de origem medieval, tem as suas raízes
no remoto século X.
Foi nesta altura que a Condessa Mumadona Dias, viúva de
Hermenegildo Mendes mandou construir um mosteiro, que se
tornou num pólo de atracção e deu origem à fixação de um
grupo populacional. Paralelamente e para defesa do
aglomerado, Mumadona construiu um castelo a pouca
distância, na colina, criando assim um segundo ponto de
fixação. A ligar os dois núcleos formou-se a Rua de
Santa Maria.
Posteriormente o Mosteiro transformou-se em Colegiada e
adquiriu grande importância devido aos privilégios e
doações que reis e nobres lhe foram concedendo.
Tornou-se num afamado Santuário de Peregrinação, e de
todo o lado acorriam crentes com preces e promessas.
A vila foi-se expandindo e organizando, sendo então
rodeada por uma muralha defensiva. Entretanto as ordens
mendicantes instalam-se em Guimarães e ajudam a moldar a
fisionomia da cidade.
Posteriormente, os dois pólos fundem-se num único e após
o século XV a cidade intramuros já pouco mudará. Haverá
ainda a construção de algumas igrejas, conventos e
palácios, a formação do Largo da Misericórdia (actual
Largo João Franco) em finais do século XVII e inícios do
XVIII, mas a sua estrutura não sofrerá grande
transformação. Será a partir de finais do século XIX,
com as novas ideias urbanísticas de higiene e simetria,
que a vila, elevada a cidade em 1853 pela Rainha D.
Maria II, irá sofrer a sua maior mudança. Será
autorizado e fomentado o derrube das muralhas, serão
construídos os Largos do Carmo (hoje Largo de Martins
Sarmento) e Condessa do Juncal, haverá a abertura de
ruas e grandes avenidas e posteriormente a parquização
da Colina da Fundação e a abertura da Alameda.
No entanto, quase tudo foi feito de um modo controlado,
permitindo assim a conservação do seu magnífico Centro
Histórico.
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Património Mundial |
Guimarães é uma cidade com um glorioso passado
histórico, cuja história está associada à fundação da
identidade nacional portuguesa e à língua portuguesa no
séc. XII.
O Centro Histórico de Guimarães constitui um vestígio
único de um tipo particular de concepção de cidade, que
teve a sua própria evolução, devido à morfologia do seu
tecido urbano medieval, que conforma uma sucessão de
praças de grande valor formal e qualidade ambiental bem
como, de um tipo particular de construção,
tipologicamente diversificado, mas com uma grande
unidade formal no seu conjunto, integralmente erguido
com as técnicas construtivas tradicionais, e designados
por taipa de rodízio e taipa de fasquio.
O centro histórico de Guimarães foi classificado pela
UNESCO a 13 de Dezembro de 2001.
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Fonte:
Turismo de Guimarães |
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PATROCINADORES
 
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©
APBAD 2009
Actualizada em
13-09-2010
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